Num ensaio denominado "The World in 2030", o pensador britânico dá a conhecer algumas das tendências da próxima geração. O ensaio, que foi editado pela PlasticsEurope, prevê que a esperança de vida média na Europa chegue aos 130 anos.
Hammond dá a conhecer uma tendência que pode contribuir substancialmente para o aumento da vida dos europeus: a substituição de órgãos criados por encomenda, que deverá vulgarizar-se.
No campo das tecnologias, 2030 também promete reservar-nos algumas surpresas – o aparecimento de interfaces neurológicas, que permitem criar novos modos de interactividade com a Internet, é uma delas.
Mas há mais: Hammond prevê que, dentro de 22 anos, os europeus deverão ter aderido à contratação (ou à compra…) de amas robóticas para tomar conta de filhos e idosos.
Outra das previsões de "The World in 2030" aponta para o uso intensivo de chips RFID (ou de outras tecnologias de redes sem fios) em pessoas, animais e objectos.
Através destas comunicações por rádio vai ser possível monitorizar e localizar permanentemente pessoas, animais ou objectos e difundir alarmes relacionados com a segurança ou saúde dos utilizadores. Holografia, simulação do tacto, odor ou aroma são outras das funcionalidades que podem ser integradas nestas redes sem fios.
Hammond refere que são várias as mudanças em perspectiva, ainda que muitas das rotinas de hoje devam manter-se mais ou menos inalteradas nos próximos 20 anos.

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